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Brasil no Mundial de Ginástica Rítmica: expectativa pelo ouro

ResumoO Brasil desembarcou em Frankfurt para o Mundial de Ginástica Rítmica com a meta de conquistar o ouro em mais de uma prova. A equipe brasileira busca superar as duas pratas inéditas obtidas no ano passado, consolidando a evolução no cenário internacional. A delegação nacional concentra esforços em finais por aparelhos e no conjunto geral.

O Brasil desembarca em Frankfurt para o Mundial de Ginástica Rítmica com expectativa de brigar por pódios. Após duas pratas inéditas no ano passado, a equipe busca o ouro em mais de uma prova.

Nayara Couto
Nayara Couto Editora de Comportamento e Saúde · 12 de agosto de 2026 · 3 min de leitura
Brasil no Mundial de Ginástica Rítmica: expectativa pelo our

Brasil chega ao Mundial de Ginástica Rítmica com expectativa pelo ouro

O Mundial de Ginástica Rítmica começa nesta quarta-feira (12) em Frankfurt, na Alemanha. O Brasil, após conquistar uma medalha histórica no ano passado no Rio de Janeiro, chega como uma das principais forças na disputa por equipes, com a expectativa de brigar por pódios. A delegação principal é composta por Julia Kurunczi, Duda Arakaki, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Nicole Pircio e Sofia Madeira. Marianne Giovacchini e Renata Diniz ocupam as vagas de reservas.

O que mudou desde as pratas históricas?

Na última edição do torneio, o conjunto brasileiro formado por Duda Arakaki, Nicole Pircio, Sofia Madeira, Maria Paula Caminha e Mariana Gonçalves terminou com duas pratas, as primeiras medalhas do país na história dos Mundiais da modalidade. De lá para cá, o Brasil seguiu em destaque no cenário internacional.

Em abril, a equipe ficou em segundo lugar na prova mista de três arcos e duas maças da etapa de Tashkent da Copa do Mundo, no Uzbequistão. O conjunto repetiu o resultado na prova das cinco bolas na etapa de Baku, no Azerbaijão. Já em Milão, na Itália, em julho, as brasileiras conquistaram um ouro e uma prata, superando potências como China, Espanha e Israel no Conjunto Geral.

Quem compete e quando

Enquanto o conjunto só entra em ação no próximo sábado, 15, as eliminatórias das provas individuais começam nesta quarta, a partir das 4h (de Brasília). As ginastas Bárbara Domingos, Geovanna Santos e Maria Eduarda Alexandre serão as representantes brasileiras.

A primeira a competir será Geovanna, a Jojô, na classificatória do arco. Neste ano, ela foi bronze na fita na etapa da Copa do Mundo em Tashkent. Finalista nos Jogos Olímpicos de Paris-2024, Bárbara Domingos será a única atleta do Brasil a disputar as provas dos quatro aparelhos: arco, bola, fita e maças.

O que diz Bárbara Domingos

"Os ajustes são pouquíssimos dentro de quadra. É mais questão de atenção mesmo, de entrar leve e concentrada. Estou pronta, já treinei tudo o que tinha para treinar. Agora é só mesmo curtir o momento, desfrutar todo esse campeonato que tá lindo", disse Babi Domingos em entrevista para a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

Perguntas Frequentes

Quando começa o Mundial de Ginástica Rítmica?

O Mundial começa nesta quarta-feira (12) em Frankfurt, na Alemanha. As eliminatórias individuais começam hoje às 4h (de Brasília); o conjunto estreia no sábado (15).

Quem compõe a delegação brasileira no Mundial?

A delegação principal tem Julia Kurunczi, Duda Arakaki, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Nicole Pircio e Sofia Madeira. Marianne Giovacchini e Renata Diniz são reservas. Nas individuais, competem Bárbara Domingos, Geovanna Santos e Maria Eduarda Alexandre.

Quais foram os resultados recentes do Brasil?

Em Tashkent, segundo lugar na prova mista; em Baku, segundo nas cinco bolas; em Milão, ouro e prata no Conjunto Geral. No Mundial anterior, duas pratas inéditas no Rio de Janeiro.

Bárbara Domingos disputa quais aparelhos?

Bárbara Domingos, finalista em Paris-2024, será a única brasileira a competir nos quatro aparelhos: arco, bola, fita e maças.

Este texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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