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MC Pipokinha condenada: quem é a cantora do funk

ResumoMC Pipokinha, nome artístico de Doroth Helena de Sousa Alves, foi condenada com outras quatro pessoas ao pagamento de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos. A condenação decorreu de apresentação com conteúdo sexual diante de adolescentes em Corumbá (MS). A decisão judicial impõe reparação financeira por violação à dignidade coletiva.

MC Pipokinha, nome artístico de Doroth Helena de Sousa Alves, foi condenada com outras quatro pessoas ao pagamento de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos após apresentação com conteúdo sexual diante de adolescentes em Corumbá (MS).

Otávio Mancini
Otávio Mancini Repórter de Política e Bastidores · 31 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
MC Pipokinha condenada: quem é a cantora do funk

A Justiça condenou a cantora Doroth Helena de Sousa Alves, conhecida como MC Pipokinha, e outras quatro pessoas envolvidas na realização do evento "Esquenta do Magrão", em Corumbá (MS), ao pagamento de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos. A decisão aponta que a apresentação teve conteúdo sexual explícito em espaço público, assistida por adolescentes, incluindo jovens de cerca de 14 anos.

Aos 28 anos, a cantora catarinense cresceu em Tubarão (SC) e atualmente mora em São Paulo. Ela ganhou destaque no funk de rua, estilo conhecido como "mandelão", com letras ousadas e apresentações marcadas por movimentos sexuais e interação com o público. Entre as músicas que ajudaram a projetar a cantora estão "Bota na Pipokinha", "Eu sou a MC Pipokinha" e "Tira as Crianças da Sala".

Em entrevista, a cantora já explicou que a proposta de seu trabalho é levar para o palco as histórias contadas nas músicas. "É como se a história fosse a música, e o que eu apresento no meu espetáculo fosse um teatro", afirmou. Ela definiu o espetáculo como "um musical da putaria". Nos shows, dançarinos interagem com fãs que se voluntariam para participar, com tapas e movimentos pélvicos. Pipokinha costuma aparecer de coroa e se apresentar como "rainha da putaria". As cenas, que a cantora afirma serem consentidas pelos fãs, repercutiram nas redes sociais.

A condenação, no entanto, coloca em questão os limites da performance artística quando há presença de menores. O caso segue como referência para debates sobre responsabilidade de artistas e organizadores de eventos. responsabilidade legal em eventos com conteúdo adulto

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