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Professor é preso suspeito de atrair adolescentes pela internet

ResumoProfessor de futsal de Guarulhos (SP) foi preso em 26 de março pela Polícia Civil sob suspeita de atrair crianças e adolescentes pela internet para produzir e comercializar imagens sexuais. A prisão ocorreu em operação contra exploração sexual infantil. O material apreendido será analisado para identificar vítimas e possíveis compradores.

Um professor de futsal foi preso nesta quarta-feira (26) em Guarulhos (SP), suspeito de atrair crianças e adolescentes pela internet para produzir imagens sexuais e comercializar o material, segundo a Polícia Civil.

Pedro Henrique Salles
Pedro Henrique Salles Repórter de Trânsito e Infraestrutura · 26 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Professor é preso suspeito de atrair adolescentes pela internet

Um professor de futsal foi preso nesta quarta-feira (26), em Guarulhos (SP), suspeito de atrair crianças e adolescentes pela internet para produzir imagens e vídeos de conteúdo sexual e comercializar o material, segundo a Polícia Civil. A investigação começou em São José do Rio Preto (SP), depois que três adolescentes foram identificadas como vítimas.

De acordo com a investigação, o suspeito criava perfis falsos em redes sociais e aplicativos de mensagens para se aproximar das vítimas. Após conquistar a confiança, ele as induzia a produzir e enviar fotos e vídeos de cunho sexual.

Ainda conforme a Polícia Civil, depois de obter os primeiros arquivos, o homem passava a fazer ameaças e constranger as vítimas para conseguir novos conteúdos. O material era então comercializado.

A prisão ocorreu em Guarulhos, mas o caso é investigado em São José do Rio Preto. A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre como o material era vendido nem o número de vítimas além das três adolescentes identificadas.

O caso reforça um alerta para pais e responsáveis: a aproximação de adultos por perfis falsos em redes sociais e aplicativos de mensagens é uma tática comum em crimes de exploração sexual infantil. A recomendação é monitorar a atividade online de crianças e adolescentes e denunciar qualquer abordagem suspeita às autoridades.

A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar outras possíveis vítimas e apurar a extensão da comercialização do material. O suspeito permanece preso à disposição da Justiça.

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