Dólar abre em alta com mercado à espera de dados de emprego
O dólar comercial abriu a semana em alta, cotado a R$ 5,1717, segundo o Banco Central. O movimento reflete a expectativa do mercado pelos dados de emprego nos Estados Unidos e no Brasil, que devem pautar os próximos passos da política monetária.
O dólar comercial abriu a semana em alta, cotado a R$ 5,1717, segundo o Banco Central. O mercado opera à espera de dados de emprego nos Estados Unidos e no Brasil, que devem pautar os próximos passos da política monetária.
O dólar comercial abriu a segunda-feira (29/06/2026) em alta, cotado a R$ 5,1717, segundo o Banco Central. O mercado aguarda a divulgação do payroll dos EUA e do Caged no Brasil, indicadores que podem influenciar os rumos da taxa de juros e, consequentemente, o câmbio.
O que move a cotação do dólar hoje
A alta do dólar nesta segunda-feira reflete a cautela dos investidores antes da divulgação dos dados de emprego americanos, o payroll, previsto para sexta-feira. O indicador é um dos mais monitorados pelo Federal Reserve (Fed) para definir os próximos passos da política de juros nos EUA. Juros mais altos nos EUA tendem a valorizar o dólar globalmente.
No Brasil, o mercado também aguarda o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de maio, que será divulgado pelo Ministério do Trabalho. Dados fortes de emprego podem reduzir a pressão por cortes na Selic, o que impacta o câmbio.
Cotação do dólar nos últimos dias
A cotação do dólar PTAX de venda registrou oscilações na última semana, conforme dados do Banco Central:
- 22/06/2026: R$ 5,1395
- 23/06/2026: R$ 5,1743
- 24/06/2026: R$ 5,2098
- 25/06/2026: R$ 5,1892
- 26/06/2026: R$ 5,1695
- 29/06/2026: R$ 5,1717
O movimento de alta na quarta-feira (24/06) foi o maior da semana, com o dólar batendo em R$ 5,2098. A partir de então, a moeda americana recuou levemente, mas ainda se mantém acima dos R$ 5,17.
Por que o mercado olha para o emprego
Dados de emprego são um termômetro da atividade econômica. Nos Estados Unidos, o payroll de maio deve mostrar a criação de vagas no setor não-agrícola. Se o número vier acima do esperado, o Fed pode manter os juros altos por mais tempo, fortalecendo o dólar.
No Brasil, o Caged de maio deve indicar a criação líquida de empregos formais. Um mercado de trabalho aquecido pode sustentar o consumo e a inflação, influenciando a decisão do Banco Central sobre a Selic.
O que esperar para o dólar nas próximas semanas
A trajetória do dólar depende do resultado dos dados de emprego e da sinalização do Fed sobre os juros. Se o payroll vier fraco, o dólar pode perder força globalmente. Se o Caged brasileiro mostrar criação de vagas acima do esperado, o real pode se valorizar.
O mercado também monitora o cenário fiscal brasileiro e as declarações de autoridades econômicas. Qualquer sinal de descontrole fiscal tende a pressionar o câmbio.
Perguntas Frequentes
Por que o dólar subiu hoje?
O dólar subiu nesta segunda-feira (29/06/2026) por causa da expectativa do mercado pelos dados de emprego nos EUA e no Brasil, que devem influenciar a política de juros.
Qual a cotação do dólar hoje?
Segundo o Banco Central, o dólar PTAX de venda está cotado a R$ 5,1717 nesta segunda-feira (29/06/2026).
O que é o payroll?
O payroll é o relatório de emprego dos Estados Unidos, divulgado mensalmente pelo Departamento do Trabalho. Ele mostra a criação de vagas de trabalho no setor não-agrícola.
O que é o Caged?
O Caged é o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgado pelo Ministério do Trabalho brasileiro. Ele registra a criação e o fechamento de empregos formais no país.
Como os dados de emprego afetam o dólar?
Dados de emprego fortes indicam economia aquecida, o que pode levar os bancos centrais a manter juros altos. Juros altos nos EUA valorizam o dólar; juros altos no Brasil podem valorizar o real.
Qual a tendência do dólar para esta semana?
A tendência do dólar depende dos dados de emprego que serão divulgados. Se os números vierem fracos, o dólar pode cair. Se vierem fortes, o dólar pode subir.