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Crime da 113 Sul: STJ julga anulação da condenação de Adriana Villela

ResumoO Crime da 113 Sul, julgado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta terça-feira (4), envolve a análise da anulação da condenação de Adriana Villela. O julgamento recomeça do zero após pedido de destaque, decidindo entre manter a anulação ou restaurar a condenação. A decisão do STJ define o destino jurídico do caso.

O STJ julga nesta terça (4) se mantém a anulação ou restaura a condenação de Adriana Villela no Crime da 113 Sul. O julgamento recomeça do zero após pedido de destaque. Veja os detalhes.

Otávio Mancini
Otávio Mancini Repórter de Política e Bastidores · 04 de agosto de 2026 · 3 min de leitura
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Crime da 113 Sul: STJ julga se mantém anulação da condenação de Adriana Villela

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) pode definir nesta terça-feira (4) se mantém a anulação ou se restaura a condenação da arquiteta Adriana Villela no caso conhecido como "Crime da 113 Sul". O julgamento começou em junho, no plenário virtual da Corte, mas foi interrompido após um pedido de destaque do ministro Carlos Pires Brandão, que levou o caso para julgamento presencial. A sessão está marcada para as 14h.

O que está em jogo é a validade da condenação de 61 anos de prisão imposta pelo Tribunal do Júri. No embargo, o Ministério Público aponta omissões, contradições e obscuridades no acórdão e solicita que a pena seja restabelecida, com início imediato do cumprimento da pena.

Por que o julgamento recomeça do zero?

O pedido de destaque feito pelo ministro Carlos Pires Brandão interrompeu a análise no plenário virtual e transferiu o caso para o plenário presencial. Com isso, a análise dos recursos do Ministério Público volta à "estaca zero". Mesmo os ministros que já votaram terão de se posicionar novamente, ainda que seja apenas para reapresentar o voto anterior.

Na prática, isso significa que o resultado anterior, qualquer que fosse, perde validade. A decisão final dependerá do novo placar formado na sessão presencial.

O que pede o Ministério Público?

No embargo, o Ministério Público aponta omissões, contradições e obscuridades no acórdão. O pedido é que a pena de 61 anos de prisão imposta pelo Tribunal do Júri seja restabelecida, com início imediato do cumprimento da pena.

Ou seja, a discussão não é sobre a culpa ou inocência de Adriana Villela, mas sobre a validade formal da condenação e da anulação que foi decidida anteriormente.

Quem é Adriana Villela?

Adriana Villela é arquiteta e foi condenada no caso conhecido como "Crime da 113 Sul". O caso ganhou repercussão nacional e foi tema de documentário da TV Globo. A condenação original, de 61 anos de prisão, veio do Tribunal do Júri, mas foi anulada em instância anterior.

O que pode acontecer após o julgamento?

Há dois cenários possíveis. Se o STJ mantiver a anulação, a condenação continua suspensa e o caso pode seguir para novas etapas. Se restaurar a condenação, a pena de 61 anos de prisão volta a valer, com início imediato do cumprimento da pena.

A decisão desta terça (4) pode ser o capítulo final de uma longa disputa judicial, ou apenas mais um passo em um processo que ainda tem desdobramentos.

Como acompanhar o julgamento?

A sessão está marcada para as 14h. Para quem quer acompanhar em tempo real, o g1 DF mantém canal no WhatsApp com atualizações sobre o caso. O julgamento no STJ é público e pode ser acompanhado pelos canais oficiais da Corte.

Perguntas Frequentes

O que é o Crime da 113 Sul?

É o caso em que a arquiteta Adriana Villela foi condenada pelo Tribunal do Júri a 61 anos de prisão. A condenação foi anulada, e o STJ julga agora se mantém a anulação ou restaura a pena.

Por que o julgamento recomeçou do zero?

Porque o ministro Carlos Pires Brandão pediu destaque, o que transferiu o caso do plenário virtual para o presencial. Todos os ministros precisam votar novamente.

O que o Ministério Público pede no embargo?

O MP aponta omissões, contradições e obscuridades no acórdão e pede que a pena de 61 anos seja restabelecida, com início imediato do cumprimento.

Quando será o julgamento?

A sessão está marcada para esta terça-feira (4), às 14h.

O que acontece se a condenação for restaurada?

A pena de 61 anos de prisão volta a valer e o cumprimento deve começar imediatamente, conforme pede o Ministério Público.

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