
Você já deve ter ouvido falar que um bom profissional hoje em dia precisa ser assertivo, não é mesmo? Este é mais um termo que é bastante comentado ultimamente e uma característica tão requerida pelo mercado. Aos olhos das empresas, a assertividade é uma qualidade indispensável a um bom profissional, por reunir várias competências emocionais que são extremamente valorizadas. A palavra assertividade origina-se de asserção e fazer asserções significa afirmar, do latim afirmare, tornar firme, confirmar e declarar com firmeza. Afirmar nesse caso não é acertar e, portanto, deve-se interpretar como saber se firmar e afirmar.
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Lendo a parte de orçamentos do banco Santander, encontrei o texto abaixo que diz como começar a organizar sua vida pessoal (ou familiar) financeiramente, para que o dinheiro não seja mais um problema em sua vida, mas sim uma solução. O texto é curto, claro e objetivo, por isso resolvi colá-lo abaixo para depois poder comentá-lo.
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Resiliência é a competência do momento. Um profissional resiliente é antenado no mercado, consegue entregar o que promete e é capaz de promover mudanças estratégicas e entender seu valor. As pessoas escutam por aí que elas precisam ser resilientes, mas muitas vezes elas não sabem o que isso significa. Resiliência é um conceito oriundo da Física, que se refere à propriedade de acumular energia quando exigidos ou submetidos a extrema pressão, voltando em seguida ao seu estado original, sem qualquer deformação, como um elástico. Bom, até aí tudo bem, mas o que isso significa para o mundo corporativo?
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Final de ano chegando, época de muitos gastos e muitos presentes. Geralmente, as pessoas acabam se descontrolando e no final sentem o verdadeiro caos em seu orçamento. O ideal é que as pessoas planejem as compras de Natal, com um período grande de antecedência, mas infelizmente, isso é muito raro de acontecer. Um planejamento evita aqueles presentes comprados de última hora, que você pagou duas vezes o preço dele por causa da época e aí começa a pesar sobre o seu bolso. Entrar o próximo ano com as contas desorganizadas é começar mais um ano com a vida financeira descontrolada e sem perspectivas.
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Chega fim de ano as pessoas começam a fazer um balanço do ocorreu em sua vida durante esse período. Mas, não basta apenas pensar no passado e se esquecer do futuro. Final de ano é época de fazer um balanço da carreira e planejá-la para o ano seguinte. É tempo de aproveitar para definir futuros objetivos para que você possa crescer na sua vida profissional. Portanto, comece já a pensar no que pode ser melhorado em sua carreira e trace metas.
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Todos nós sabemos que o impulso inerente a todo ser humano é um verdadeiro problema para o nosso orçamento. Quem nunca se rendeu a um impulso consumista? Uma roupa ou um sapato que está naquela promoção, barras de chocolate que de repente deu vontade de comer, artigos que jamais iremos usar… Eu mesma já passei por diversas situações assim e só depois de muitas aprendi a me controlar e ajudar o meu bolso. Esses gastos não planejados podem nos causar um problemão no final do mês, mas nada que um bom planejamento e cuidados simples não possam nos ajudar a resolver esta situação.
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Algumas vezes já trouxe aqui pro blog artigos escrito por Christian Barbosa, especialista em administração de tempo e produtividade. Tive a honra de participar de um bate-papo com ele e com outra pessoa que sempre acompanho muito que é o Gustavo Cerbasi no InvestCamp, evento com bate-papos e oficinas sobre investimentos, no dia 24 do mês passado. Agora, sempre que eu leio um artigo do Christian ou do Cerbasi faço questão de trazer para cá, pela riqueza de conteúdo e importância dos temas abordados por eles. Dessa vez então, trago 10 itens que foram muito bem colocadas por Christian Barbosa, que podem matar a sua produtividade diária.
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As empresas no Brasil são na grande maioria formadas por micro e pequenas empresas, e também são empresas familiares, ou seja, formada por grupo de pessoas da mesma família, o que é uma característica bastante evidente no nosso país. É de grande responsabilidade estar à frente da direção de uma empresa, e muitos pequenos empresários não levam a sério esta condição, porque requer raciocínio rápido e estudo das situações, para a tomada de decisão. Governar uma empresa familiar é saber lidar com toda a complexidade das relações afetivas e financeiras existentes na organização, com as inúmeras diferenças de interesse entre familiares e demais pessoas envolvidas no processo de gestão empresarial e, principalmente, com os inevitáveis conflitos que sempre aparecem.
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Hoje começa a Semana Global do Empreendedorismo (veja mais neste post) e pra começar bem que tal falar do empreendedorismo no universo feminino? Dizem que nós mulheres somos empreendedoras natas, que o empreendedorismo é algo que está inerente a nós, desde que nascemos e que só depende de nós desenvolver esta característica e botar pra fazer. É cada vez maior o número de mulheres líderes e empreendedoras. Devido a cultura do nosso país e a questões históricas os homens sempre foram a maioria dos empreendedores no Brasil, porém essa realidade está mudando. O número de mulheres empreendedoras vem crescendo espantosamente.
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Quando estamos procurando um emprego as empresas nos submetem a avaliações, vários testes e entrevistas para identificar se somos a pessoa certa para estar ocupando aquela vaga. Na hora de estabelecer uma parceria, empreendedores e empresários não deveriam agir diferente. É preciso conhecer bastante o nosso futuro sócio, mas isso muita vezes não acontece. O que vemos também, em muitos casos, é o estabelecimento de sociedades utilizando-se de critérios afetivos, como por exemplo, um amigo que temos afinidade ou um tio que quer abrir um negócio e não tem companhia. Não há nada de errado nisso, afinal, há grandes empresas que nasceram de sociedades afetivas e que tal relação só veio a contribuir para o sucesso do negócio. O que devemos apenas saber identificar é se existe correlação naquela sociedade, se existe alinhamento entre os futuros parceiros, pois de nada adianta fazer uma sociedade com o seu primo, por exemplo, se os seus valores e ideais, seus planos para o negócio e o futuro, o seu comprometimento e vontade de tocar aquele negócio não forem compatíveis com você e com o que você pensa e quer.
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