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	<title>Sucesso News &#187; pesquisa</title>
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	<description>Negócios, carreira e finanças do jeito que você entende!</description>
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		<title>O que os profissionais brasileiros esperam das empresas?</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 21:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recebemos um excelente artigo da Coach e Consultora de Gestão de Carreira &#38; Imagem, Waleska Farias, sobre uma pesquisa realizada pelo Núcleo Coaching de Carreira Waleska Farias com o objetivo de obter as expectativas dos profissionais quanto à proposta de contratação das empresas. A pesquisa foi realizada com grupo de 19 clientes &#8211; idade entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3010" title="CarreiraProf" src="http://www.sucessonews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/CarreiraProf.jpg" alt="" width="650" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">Recebemos um excelente <a href="http://waleskafarias.com/index.php/o-que-os-profissionais-brasileiros-esperam-das-empresas/">artigo</a> da Coach e Consultora de Gestão de Carreira &amp; Imagem, <a href="http://waleskafarias.com/">Waleska Farias</a>, sobre uma pesquisa realizada pelo <strong>Núcleo Coaching de Carreira Waleska Farias </strong>com o objetivo de obter as <strong>expectativas dos profissionais</strong> quanto à proposta de contratação das empresas. A pesquisa foi realizada com grupo de 19 clientes &#8211; idade entre 19 e 52 anos &#8211; e a empresa obteve como resultado as seguintes posições:</p>
<p><span id="more-3003"></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>desenvolvimento de um plano de carreira enquanto legado profissional,</li>
<li>harmonia no ambiente de trabalho,</li>
<li>boa interação com a equipe,</li>
<li> proposta  de benefícios,</li>
<li>flexibilidade de horário e,</li>
<li>a possibilidade de acesso às  redes sociais.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O resultado da pesquisa foi convergente ao estudo realizado pela Robert Half com executivos de 13 países, dentre eles o  Brasil, onde  aponta o que é relevante para os profissionais brasileiros em  escala de prioridade: <strong>Aumento salarial</strong> na 1ª. posição com 56% dos votos.  Já dentre as empresas, esse item não é tão importante, ficando em  sétimo lugar na lista de prioridades, citado apenas por 19% das empresas  brasileiras pesquisadas, onde conforme o estudo, mais vale manter os<strong> profissionais estimulados</strong> e garantir a qualificação deles que pagar bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Os <strong>benefícios extras</strong> ocupam a 2ª posição com 50% dos votos. Treinamento é importante para 40% dos brasileiros entrevistados.  Horário flexível é importante para 43% dos brasileiros ouvidos.  Trabalhar em casa, também, é fator considerado por 37% dos  entrevistados, enquanto que em países como a França e a Bélgica, esse  índice fica abaixo dos 20%.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso de redes sociais pelos executivos brasileiros, como citado no artigo e segundo matéria veiculada pela Você RH 19/05/2010 &#8211; estudo feito pela  mesma consultoria com 375 executivos, mais de <strong>90% dos profissionais de  média e alta gerência usam redes sociais</strong> como ferramenta de trabalho e  de contato com amigos e conhecidos. 46% dos entrevistados usam redes  como Twitter, LinkedIn, Orkut e Facebook para relacionamento pessoal,  enquanto 44% têm contato com esses meios digitais com fins  profissionais. De acordo com o estudo, apesar da importância cada vez maior das redes sociais para os  profissionais, as empresas em que trabalham ainda não possuem perfis  nessas plataformas. A pesquisa mostra que apenas 20% das empresas onde  os entrevistados atuam têm páginas em meios de relacionamento digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o artigo, é possível que os dados apurados justifiquem, em parte, a crescente busca dos  profissionais por oportunidades de trabalho como autônomos, através da  criação de alianças e parcerias entre pessoas físicas e jurídicas que  possibilitem uma melhor qualidade de vida e satisfação pessoal. Dada a rapidez com que evoluem os processos no cenário das  contratações profissionais no mercado de trabalho, é fundamental que  haja um maior empenho das partes envolvidas no intuito de preservar as  relações de trabalho e melhor integrar os interesses quando dos acordos  entre empresas e profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">E o que você acha que o profissional brasileiro espera das empresas? Deixe a sua opinião.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso queria saber mais informações e ler artigos interessantes, acesse o <a href="http://waleskafarias.com/">site Waleska Farias</a>.</p>
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		<title>Presença das mulheres no mercado não interfere na carga de atividades domésticas</title>
		<link>http://www.sucessonews.com.br/presenca-das-mulheres-no-mercado-nao-interfere-na-carga-de-atividades-domesticas/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 18:47:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universo Feminino]]></category>
		<category><![CDATA[atividades domésticas]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais um estudo é divulgado hoje (08), Dia Internacional da Mulher: O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou um comunicado sobre a desigualdade de gênero no mercado e no trabalho doméstico. Cada vez mais as mulheres ocupam postos no mercado de trabalho, mas elas ainda são responsáveis pela maior parte das tarefas da casa. De acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2497" title="mulheres e mercado" src="http://www.sucessonews.com.br/wp-content/uploads/2010/03/mulheres-e-mercado1.jpg" alt="" width="650" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mais um estudo é divulgado hoje (08), Dia Internacional da Mulher: O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (<a href="http://www.ipea.gov.br/default.jsp">Ipea</a>) divulgou um comunicado sobre a desigualdade de gênero no mercado e no trabalho doméstico. Cada vez mais as mulheres ocupam postos no mercado de trabalho, mas elas ainda são responsáveis pela maior parte das tarefas da casa.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2479"></span></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o estudo, muita coisa mudou de 1998 a 2008. Houve mudanças nos arranjos familiares, com a presença de mais mulheres como chefes de família, o tempo média de estudo das mulheres aumentou, bem como o percentual crescente de mulheres que entram no mercado de trabalho. Apesar de tais mudanças, o estudo concluiu que praticamente nada mudou com relação ao trabalho doméstico no que diz respeito à distribuição de das tarefas entre homens e mulheres. Em vez de uma divisão mais igual no trabalho em casa, há a delegação das tarefas às trabalhadoras domésticas, em sua maioria mulheres e negras.</p>
<p style="text-align: justify;">A mesma pesquisa foi destaque na edição deste dia 8 de março no <a href="http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1520359-16022,00-AVANCO+PROFISSIONAL+NAO+DIMINUI+AS+TAREFAS+DOMESTICAS+DAS+MULHERES.html">Jornal Hoje</a>. Segundo o estudo e a reportagem, 86,3% das brasileiras, com 10 anos ou mais, realizam tarefas em casa. Enquanto que entre os homens esse número é de apenas 45,3%. O levantamento apontou ainda que as mulheres gastam em média <strong>24 horas por semana</strong> trabalhando em casa e os homens 9,7 horas. A pesquisa também mostrou que as brasileiras têm cada vez menos filhos. A taxa de fecundidade em 1992 era de 2,8 filhos por mulher. Em 2008, caiu para 1,8. Confira a reportagem abaixo e dê a sua opinião, afinal, por que você acha que a presença das mulheres cada vez mais forte no mercado de trabalho não afeta a relação que elas possuem com as atividades domésticas? Qual será o nosso papel nisso e o que deve ser feito para que essa realidade mude?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p><object width="480" height="392"><param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1224970&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" name="FlashVars" /><embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1224970&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"></embed></object></p>
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		<title>O hábito de consumo das mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 18:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pelo IBOPE Mídia, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, traçou comportamentos e hábitos da mulher brasileira quanto se trata do tema consumo. A pesquisa foi feita em diversas cidades do país, com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE com idades entre 12 e 64 anos. O levantamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2477" title="consumo mulheres" src="http://www.sucessonews.com.br/wp-content/uploads/2010/03/consumo-mulheres.jpg" alt="" width="650" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa realizada pelo <a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&amp;proj=PortalIBOPE&amp;pub=T&amp;nome=home_materia&amp;db=caldb&amp;docid=C10B134EA4989D3F832576E0004A6EDD">IBOPE Mídia</a>, em homenagem ao <strong>Dia Internacional da Mulher</strong>, traçou comportamentos e hábitos da mulher brasileira quanto se trata do tema consumo. A pesquisa foi feita em diversas cidades do país, com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE com idades entre 12 e 64 anos. O levantamento apontou que 67% das mulheres realizaram compras pessoais (excluindo bebidas e alimentos) nos últimos 30 dias, em contrapartida ao índice de 58% do público masculino. E entre as mulheres que foram às compras nos últimos 30 dias, 78% declaram ter comprado roupas femininas, 60% calçados, 43% roupas para homens e 39% roupas para crianças e bebês.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2475"></span></p>
<p>As lojas de rua, seguidas pelos shoppings centers, lideram como local ideal para compras, de acordo com o público feminino. Para a gerente de marketing do IBOPE Mídia, Juliana Sawaia, as mulheres, de maneira geral, variam em relação a marcas, procuram preços mais baixos e afirmam que vale a pena pagar um pouco mais por produtos de higiene pessoal de boa qualidade. E quem disse que elas não comentam o que compram por aí? Segundo a pesquisa, 10% das mulheres revelaram que comentam suas aquisições na Internet avaliando a qualidade dos produtos. Elas comentam sobre telefones celulares (31%), equipamentos de TV, vídeo, som (28%), roupas (23%), vida saudável, exercícios e alimentação (17%).</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1518437-16022,00-CONHECA+OS+DOIS+LADOS+DA+PERSONALIDADE+FEMININA.html">Jornal Hoje</a> de sábado também comentou sobre esta pesquisa e deu um foco diferente para a reportagem. Optou por mostrar os dois lados da personalidade feminina, um da mulher que quer economizar nos gastos e não poupa esforços na busca da melhor oferta e o da mulher sem controle, capaz de tudo para ter o produto de beleza que tanto deseja. Para quem não viu, segue abaixo o vídeo com a reportagem na íntegra. E aí, você mulher, se encaixa nesses perfis traçados?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1223935&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1223935&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1223935&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object></p>
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		<title>Mulheres, é hora de poupar!</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 00:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Sophia Mind, empresa de inteligência de mercado do grupo Bolsa de Mulher, apontou que mais da metade das mulheres brasileiras não poupam ou guardam muito pouco de sua renda. Os dados foram coletados on-line com mais de 2 mil mulheres e mostraram que a renda faz grande diferença quando trata-se de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2426" title="Mulheres, é hora de poupar!" src="http://www.sucessonews.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Mulheres-é-hora-de-poupar.jpg" alt="" width="650" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">Uma <a href="http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1775874&amp;path=/suasfinancas/">pesquisa</a> realizada pela <strong>Sophia Mind</strong>, empresa de inteligência de mercado do grupo Bolsa de Mulher, apontou que mais da metade das mulheres brasileiras não poupam ou guardam muito pouco de sua renda. Os dados foram coletados on-line com mais de <strong>2 mil mulheres</strong> e mostraram que a renda faz grande diferença quando trata-se de guardar dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2404"></span></p>
<p>Conforme a renda aumenta, o percentual de mulheres que poupa sobe. Entre as mulheres que ganham até R$ 1,5 mil mensais, cerca de 70% não poupam nada ou muito pouco, enquanto entre aquelas que ganham acima de R$ 5 mil a proporção cai para 43,2%. Dentre as mulheres que poupam 28% (a minoria), o fazem eventualmente, sem seguir uma regra específica, 27% separam um montante fixo regularmente, 22% fazem contas para analisar o quanto vão guardar antes de gastar, 17% poupam apenas o que sobra e 6%, quando recebem uma renda extra. Na mesma linha, agora no quesito escolaridade, 63% das mulheres que completaram até o Ensino Médio não poupam. Entre aquelas com pós-graduação este número cai para 42%.</p>
<p>São vários os motivos alegados para isso, entre os mais citados, a falta de recursos financeiros figura em primeiro lugar. Segundo a pesquisa, a falta do hábito de poupar também pode estar associada com o não planejamento para a aposentadoria, que afeta 40% das mulheres brasileiras. A maior parcela das brasileiras acima de 30 anos não consegue apontar um motivo para não ter começado a poupar. Já entre as mais jovens, o motivo para não pensar nisso é a idade.</p>
<p>Acredito que a idade não deve ser um motivo para as mulheres não pensarem no assunto, no caso das mais jovens. Eu, por exemplo, tenho 21 anos e já planejo o quanto poupar e a minha aposentadoria, por que não? Desde a primeira experiência remunerada é válido pensar sobre o assunto e começar a poupar. Quanto mais tarde você for avaliar essa questão, pior será. Porque se somarão outros gastos, como filhos, carro, casamento, e por aí vai&#8230; Nós mulheres realmente temos mais gastos e o que falta é fazer sobrar no final do mês e tratar isso como algo sério e regular.</p>
<p>Mulheres é hora de poupar e seguir rumo à independência financeira. Vejam quais são os seus objetivos de curto, médio e longo prazo. Anote-os, assim como as metas que precisa atingir para alcançar tais objetivos e depois estabeleça um percentual sobre a renda que ganha, 10% por exemplo, para poupar no final do mês. Investir também é super importante para conquistar a sua independência financeira. Não perca tempo!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Menos jovens brasileiros abandonam estudo para trabalhar</title>
		<link>http://www.sucessonews.com.br/menos-jovens-brasileiros-abandonam-estudo-para-trabalhar/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 11:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sua Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta é daquelas pesquisas que, à primeira vista, animam a gente: o jovem brasileiro está passando mais tempo na escola. Entre 1982 e 2007, a parcela de adolescentes entre 15 e 19 anos que somente estuda subiu de 27,2% para 41,3%, segundo mostra o relatório “Juventude e Políticas Sociais no Brasil”, divulgado nesta terça-feira (19/01), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1762" title="Estudar ou trabalhar" src="http://www.sucessonews.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Estudar-ou-trabalhar.jpg" alt="" width="650" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">Esta é daquelas pesquisas que, à primeira vista, animam a gente: o jovem brasileiro está passando mais tempo na escola.</p>
<p style="text-align: justify;">
<span id="more-1731"></span><span style="font-size: x-large;"><span style="line-height: 32px;"></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Entre 1982 e 2007, a parcela de adolescentes entre 15 e 19 anos que somente estuda subiu de 27,2% para 41,3%, segundo mostra o relatório “Juventude e Políticas Sociais no Brasil”, divulgado nesta terça-feira (19/01), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Durante o mesmo período, o número de jovens dessa faixa etária que só trabalha caiu de 40,2% para 21,6%. Aqueles que estudam e trabalham respondiam por 16% e agora são 25,9% dos adolescentes.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Segundo li, nos últimos 25 anos, o número médio de anos de estudo dos homens de 15 a 29 anos passou de 5,2 para 8,4. As mulheres estão ainda melhor: passou de 5,5 para 9,2. Pessoalmente sou a favor de que os jovens comecem a trabalhar cedo e conheçam o mercado no qual querem se inserir (a área na qual sonham em atuar), mas não acho bom que deixem de estudar cedo. Parece que a coisa está caminhando bem no sentido do meu mundo ideal. Em 1982, a maioria dos homens em todas as faixas etárias participava do mercado de trabalho, mas as mulheres (entre 15 e 19 anos) era apenas estudante. Em 2007, eram estudantes os jovens de 15 a 19 anos, tanto para homens quanto mulheres &#8211; contando que depois dos 19 prevalece a inserção no mercado de trabalho para ambos os sexos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, mesmo com esta melhoria no nível educacional dos jovens, a qualidade do emprego piorou.</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Segundo dados do IBGE, em 1996 eram 17,3% os jovens entre 15 e 17 anos que trabalhavam com carteira assinada, contra 46,7% que não tinham registro formal. Dez anos depois os registrados eram 11,1% e os sem carteira 50,3%. Claro que isso se reflete no bolso deles. Dados de 2007 dão conta que 30,6% deles podem ser considerados pobres (renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo) e 15,7% vêm de famílias com renda domiciliar per capita superior a dois mínimos e aproximadamente 53,7% com renda familiar per capita entre meio e dois salários mínimos.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Esta mudança se reflete na geração canguru, os jovens que demoram a sair da casa dos pais. De 1982 a 2007, o brasileiro se tornou mais dependente dos pais. Se em 1982 63,1% dos jovens entre 15 e 29 anos ainda moravam na casa dos pais, em 2007 essa proporção pulou para 68,3%. O interessante é que as mulheres se mostram mais independentes nesse sentido. Enquanto 62% moravam na casa dos pais ou outros parentes em 2007, 74,7% dos homens ainda residiam com os pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Você vê a pesquisa como real, refletindo a situação na qual está inserido?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.samshiraishi.com/"><br />
</a><a href="http://www.samshiraishi.com/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1778" title="Perfil Sam v2" src="http://www.sucessonews.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Perfil-Sam-v2.jpg" alt="" width="600" height="75" /></a></p>
<p></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Cansaço faz com que consumidores fiquem mais confiantes</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 13:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[cansaço]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa indica que os consumidores tendem a confiar mais em anúncios quando estão cansados. Já parou para pensar nisso? É comum imaginar que o melhor momento de passar uma mensagem publicitária é quando o consumidor está descansado, tranquilo, sendo capaz de entender e processar melhor as informações. Já há algum tempo, alguns pesquisadores afirmaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1141" title="confiança anuncios" src="http://www.sucessonews.com.br/wp-content/uploads/2009/11/confiança-anuncios.png" alt="confiança anuncios" width="650" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa indica que os consumidores tendem a confiar mais em anúncios quando estão cansados. Já parou para pensar nisso? É comum imaginar que o melhor momento de passar uma mensagem publicitária é quando o consumidor está descansado, tranquilo, sendo capaz de entender e processar melhor as informações. Já há algum tempo, alguns pesquisadores afirmaram que um certo nível de cansaço torna as pessoas mais suscetíveis à propaganda. E, agora, um grupo de estudantes ligados a universidades americanas e de Hong Kong descobriram de que maneira o cansaço influencia as pessoas.<span id="more-1139"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Eles afirmaram que o cansaço não torna a pessoa nem mais nem menos aberta aos anúncios. Na verdade, ele induz a pessoa a ficar mais confiante sobre o que pensa em relação a essa mensagem. Os estudantes descobriram que quando os consumidores estão cansados eles pensam ter sido mais ponderados no processo de analisar um anúncio e, como resultado, tornam-se mais firmes e confiantes nas crenças que constroem a partir daí. A reportagem, escrita pela revista <a href="http://epocanegocios.globo.com/">Época Negócios</a>, relata que um teste feito pelos pesquisadores ajudou a entender o processo. Eles pediram que grupos de pessoas analisassem cuidadosamente anúncios de biscoitos e de pastas de dentes. Os grupos foram divididos entre aqueles que estavam em um estado de estafa mental e outros descansados. Os participantes tinham de anotar suas atitudes em relação às propagandas e indicar sua decisão de comprar ou não produto. Além disso, tinham de avaliar o quanto estavam confiantes sobre as suas avaliações e decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado disso? Os grupos apresentaram opiniões semelhantes em relação aos produtos e à decisão de adquiri-los. E a diferença aconteceu em relação à confiança. As pessoas mais confiantes em sua decisão foram as pessoas mais cansadas e aqueles que tinham uma visão positiva dos produtos quando cansados apresentavam uma disposição muito maior de realizar a compra do que os que também tinham uma visão positiva, mas estavam descansados. Isso, segundo os estudiosos, sugere que as pessoas têm a sensação de ter passado por um processo mais completo de análise quando estão cansadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores ainda acreditam que isso seja um achado para o pessoal do marketing. Para eles, talvez seja mais interessante tentar atingir o público em momentos em que ele está mais cansado, como depois do trabalho. Além de tornar os profissionais de marketing mais impolulares, essa aposta apresenta também os seus riscos. A explicação é que se a avaliação da publicidade for negativa, as pessoas tendem a achar que suas opiniões são definitivas e fica mais difícil reverter essa impressão. Então, a verdade é que é melhor que o anúncio seja bom.</p>
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		<title>O envolvimento dos usuários com o YouTube em comparação à televisão</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 12:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Mont Serrat</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[GM]]></category>
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		<description><![CDATA[Um estudo inédito realizado pelo YouTube e a OTX (Online Testing Exchange), em parceria com Motorola, Mindshare e GM, destaca importância do YouTube como plataforma de anúncios em comparação à televisão. O estudo envolveu 1.800 pessoas e levou em consideração 4 fatores para mensurar os resultados: Medidas biométricas; Fixação do olhar no monitor; Pesquisa sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GRU0tO9fwW4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/GRU0tO9fwW4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Um <a href="http://agencia.tudosobregoogle.com.br/noticias/v%C3%ADdeos-no-youtube-geram-mais-atenção-do-que-tv">estudo inédito</a> realizado pelo <a href="http://youtube.com">YouTube</a> e a <a href="http://www.otxresearch.com/">OTX</a> (Online Testing Exchange), em parceria com <a href="http://www.motorola.com.br/">Motorola</a>, <a href="http://www.mindshareworld.com/">Mindshare</a> e <a href="http://www.gm.com/">GM</a>,  destaca importância do <a href="http://youtube.com">YouTube</a> como plataforma de anúncios em comparação à televisão.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1123"></span>O estudo envolveu <strong>1.800 pessoas</strong> e levou em consideração <strong>4 fatores</strong> para mensurar os resultados:</p>
<ol>
<li>Medidas biométricas;</li>
<li>Fixação do olhar no monitor;</li>
<li>Pesquisa sobre publicidade na página do YouTube e da televisão;</li>
<li>Pesquisa on-line com usuários expostos a diferentes formatos de publicidade.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Os resultados foram surpreendentes, pois destaca a <strong>atenção dos usuários 1,5x maior no YouTube</strong> em relação à televisão. Fica nítido também que uma <strong>ação conjunta</strong> entre <strong>TV</strong> e <strong>You Tube</strong> tende a ser muito mais marcante, e com isso eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez as <a href="http://i9business.com/isso-e-midia-social">mídias sociais</a> colocam suas manguinhas de fora e demonstram a sua relevância em relação às mídias tradicionais. Vai continuar pagando pra ver?</p>
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		<title>Nova postura dos consumidores de alta renda</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 11:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seu Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
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		<description><![CDATA[Não é nada fácil realizar pesquisas com consumidores de alta renda. O comportamento de consumo do mercado de alta renda também precisa ser estudado, mas a dificuldade é grande em conseguir o contato com esses profissionais, que  possuem características que valorizam o tempo, momentos de lazer e, por isso, é raro terem espaço na agenda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não é nada fácil realizar pesquisas com consumidores de alta renda. O comportamento de consumo do mercado de alta renda também precisa ser estudado, mas a dificuldade é grande em conseguir o contato com esses profissionais, que  possuem características que valorizam o tempo, momentos de lazer e, por isso, é raro terem espaço na agenda para responder pesquisas. Não só pelo pouco tempo disponível no dia-a-dia, a semelhança das pesquisas de mercado ajuda a afastá-los dos pesquisadores. &#8220;Normalmente eles estão sob fadiga ou estresse e isso reduz a sua disponibilidade. Além disso, as pesquisas são extensas e as solicitações são freqüentes&#8221;, diz Celso Grisi, Diretor–Presidente da Fractal Consulting e professor da FEA- Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. .</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisas realizadas mostram que a maioria destes não costuma estar entre celebridades, grandes eventos e nem em colunas sociais. Muito pelo contrário, esses profissionais estão cada vez mais avessos a estes eventos, e estão sempre buscando novos desafios em seus ramos de atividade e dividem mais tempo entre profissão e a família. E ao contrário das celebridades que andam por aí, os executivos de alta renda preferem muitas vezes não citar suas preferências por serem sofisticadas demais para algumas pessoas. Em diversas pesquisas com este público, o entrevistador não consegue obter a opinião real, muitas vezes porque o executivo não quer ser visto como soberbo. &#8220;Este executivo não vai comparar uma companhia aérea brasileira com uma do Canadá. Por isso, a informação dele pode não ser totalmente verdadeira&#8221;, alerta Grisi.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, é  crescente o aumento na taxa de permanência desses profissionais no lar por causa de segurança. &#8220;Este profissional está cada vez mais apegado à gestão do seu patrimônio e se preocupa mais com a sua carreira profissional que com a fortuna&#8221;, destaca Grisi durante o V Fórum ABA de Pesquisa, que aconteceu no Rio de Janeiro.  De acordo com Grisi, o melhor local para a coleta de informações é na casa do entrevistado ou em lugares onde ele possa se concentrar no assunto. &#8220;Na casa dele pode ser em um escritório ou biblioteca. Mas se tiver que ser no local de trabalho, é melhor que seja após o expediente&#8221;, ressalta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como recompensas para tais entrevistados são desnecessárias, quebrando totalmente a idéia de incentivos ou benefícios financeiros para este público, a melhor moeda de troca é a <em>informação</em>. É preciso oferecer algo relevante e pertinente como o comportamento da tributação no país, por exemplo. É imprescindível ter uma boa abordagem inicial para <em>talvez </em>conseguir espaço na agenda destes executivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/materia.asp?codmateria=5653" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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