
Mais um estudo é divulgado hoje (08), Dia Internacional da Mulher: O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou um comunicado sobre a desigualdade de gênero no mercado e no trabalho doméstico. Cada vez mais as mulheres ocupam postos no mercado de trabalho, mas elas ainda são responsáveis pela maior parte das tarefas da casa.
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Uma pesquisa realizada pelo IBOPE Mídia, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, traçou comportamentos e hábitos da mulher brasileira quanto se trata do tema consumo. A pesquisa foi feita em diversas cidades do país, com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE com idades entre 12 e 64 anos. O levantamento apontou que 67% das mulheres realizaram compras pessoais (excluindo bebidas e alimentos) nos últimos 30 dias, em contrapartida ao índice de 58% do público masculino. E entre as mulheres que foram às compras nos últimos 30 dias, 78% declaram ter comprado roupas femininas, 60% calçados, 43% roupas para homens e 39% roupas para crianças e bebês.
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Uma pesquisa realizada pela Sophia Mind, empresa de inteligência de mercado do grupo Bolsa de Mulher, apontou que mais da metade das mulheres brasileiras não poupam ou guardam muito pouco de sua renda. Os dados foram coletados on-line com mais de 2 mil mulheres e mostraram que a renda faz grande diferença quando trata-se de guardar dinheiro.
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Uma pesquisa realizada pela Manpower – empresa de serviços na área de Recursos Humanos – em 2009, revela dados interessantes sobre o quanto as empresas fazem uso do potencial produtivo das mulheres. O trabalho, que foi feito com 29 mil gestores de 33 países, dentre eles, Estados Unidos, França, Japão, Inglaterra, México e Canadá, aponta que menos da metade do potencial produtivo das mulheres é bem aproveitado pelas empresas, ante 74,3% da força de trabalho masculina. Os dados mostram ainda que 60% das mulheres estão empregadas, contra 75% dos homens. Uma das razões que explicam este fato é a carga horária pouco flexível, de 40 horas semanais, que torna a empregabilidade feminina mais difícil frente às tarefas domésticas que lhes são atribuídas.
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Ontem vi uma reportagem no Jornal da Globo e resolvi trazer pra quem não teve a oportunidade de assistir. O tema interessantíssimo foi sobre o poder de decisão de compra e de investimento e a influência das mulheres. Muitas empresas já tem nós, mulheres, como um mercado-alvo e já apostam em produtos e projetos totalmente direcionados. O interesse em saber “O que querem as mulheres?” é cada vez maior, pois concomitantemente a isso o número de mulheres que decidem os gastos da família cresce bastante. Com o crescimento das mulheres no mercado de trabalho, as empresas já as consideram como um mercado importante, além da importância atribuída a elas para o próprio crescimento econômico do país.
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Hoje começa a Semana Global do Empreendedorismo (veja mais neste post) e pra começar bem que tal falar do empreendedorismo no universo feminino? Dizem que nós mulheres somos empreendedoras natas, que o empreendedorismo é algo que está inerente a nós, desde que nascemos e que só depende de nós desenvolver esta característica e botar pra fazer. É cada vez maior o número de mulheres líderes e empreendedoras. Devido a cultura do nosso país e a questões históricas os homens sempre foram a maioria dos empreendedores no Brasil, porém essa realidade está mudando. O número de mulheres empreendedoras vem crescendo espantosamente.
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Muitas empresas estão nesse momento de incerteza e de crise, vendo nas mulheres uma fonte de vantagem competitiva, considerando que a inteligência feminina pode ser fundamental no processo decisório. As empresas, muito ao contrário do que se via há tempos atrás, estão valorizando como matéria prima básica a criatividade, a inovação e a imaginação humana e, nesse cenário não há como deixar as mulheres de lado. A participação das mulheres no processo de decisão das empresas tornou-se questão de sobrevivência, pois as empresas precisam a todo momento de todos de sua equipe participando, pensando, criando e sendo pró-ativos e pra isso é necessário utilizar toda sua diversidade de talentos, independente de sexo, raça, nacionalidade ou cor.
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