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WWF e a Hora do Planeta 2010! 05 março 2010 at 15:43 by Mariana Rodrigues

E a Hora do Planeta está de volta! Para quem não sem lembra, a Hora do Planeta (leia mais neste post) ou Earth Hour é o ato simbólico mundial de apelo contra o aquecimento global. A WWF – Brasil anunciou que o movimento, na sua segunda edição aqui no país, ocorrerá dia 27 de março, das 20h30 às 21h30 e terá o Rio de Janeiro como cidade-sede nacional. Durante este horário, as pessoas de todo o mundo estão convidadas a desligarem as luzes.

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+ Pacote anti-crise para um Natal mais feliz Por Mariana Rodrigues 13 dezembro 2008 as 09:00 | Comentar!

A crise continua em alta e isso é fato. Demissões em massa, desemprego em crescimento, empresas andando na corda bamba. E agora, quem poderá nos defender? O governo está aprendendo a ser o salvador da pátria e isso é um ponto positivo a nosso favor. A última tacada de mestre do governo nacional foi a criação e adoção do pacote anti-crise deste Natal. Suas medidas irão proporcionar a nós brasileiros um Natal mais feliz (será?). Vejamos quais são as principais medidas adotadas.

Imposto de Renda

A partir de 1º de janeiro de 2009 estará em vigor, via medida provisória, a nova tabela do Imposto de Renda, com a correção prevista em lei de 4,5%. Esta correção prevê:

  • Isenção para quem ganha até R$ 1.434;
  • Alíquota de 7,5% para quem ganha de R$ 1.434 até R$ 2.150;
  • Alíquota de 15% para quem ganha de R$ 2.150 até R$ 2.866;
  • Alíquota de 22,5% para quem ganha de R$ 2.866 até R$ 3.582;
  • Alíquota de 27,5% para quem ganha mais de R$ 3.582.

IOF – Imposto sobre Operações Financeiras

Uma redução de IOF para pessoas físicas, de 3% para 1,5%, pelo período que o governo julgar necessário é mais uma dessas medidas. O custo desta medida será de R$ 2,560 bilhões. Mas o que isso significa? Com tal mudança, se pretende baratear uso do crédito, ou seja,  financiamentos e empréstimos, com o propósito de manter a economia aquecida e fazer com que as pessoas continuem comprando.

IPI – Imposto de Produtos Industrializados

O governo reduziu até 31 de março de 2009 o IPI para a indústria automotiva. As quatro principais montadoras do país se comprometeram a repassar as vantagens para o consumidor, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Além de carros mais baratos e acessíveis, o nível de emprego no setor se mantém estável. Mas vejamos quais são estes benefícios.

  • Os carros populares até 1000 cilindradas (tanto álcool quanto gasolina) agora têm taxa zero (era de 7%);
  • Os de 1000 a 2000 cilindradas, à gasolina, têm redução de 13% para 6,5% e os flex ou álcool, de 11% para 5,5%;
  • Carros acima de 2.000 cilindradas não têm alteração de alíquota.

Reservas Internacionais

Outra medida anunciada pelo governo prevê emprestar dinheiro das reservas internacionais servirão para empréstimo para empresas públicas e privadas com dívidas cujo vencimento se dará entre setembro de 2008 e dezembro de 2009. Segundo o governo, as empresas poderão pegar empréstimo para pagar tais dívidas e mais 25% para investimento. O montante exigido deverá ser de cerca de US$ 10 bilhões, segundo Henrique Meirelles, presidente do Banco Central.

Este pacote anti-crise vem afugentar os rumores de recessão que ciscundam o nosso país. Não é o fim de todos os males, mas o governo começou a se comportar de forma mais incisiva frente à crise internacional e quem sai ganhando somos nós, brasileiros, que podemos comemorar as datas festivas de final de ano com a certeza de que o nosso bem estar econômico está sendo cuidado com a devida atenção merecida. Obrigado senhores governantes!

fonte: Dinheirama

+ 5 de outubro – Dia da Micro e Pequena Empresa Por Vinícius Mont Serrat 05 outubro 2008 as 09:00 | Comentar!

Hoje 5 de outubro comemora-se o dia da Micro e Pequena Empresa. Tal foi criada em 1999, quando foi sancionado o então Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno, a Lei 9.841 de 5 de outubro de 1999, regulamentada pelo decreto 3.474 de 19 de maio de 2000. Alguns anos depois, devido à uma mudança no curso[bb] da política brasileira, houve uma transformação na história das microempresas do País, abrindo espaço para uma nova conquista: a aprovação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Sancionada em 2006 e já em vigor, a lei criou o Simples Nacional para reduzir a cargatributária e simplificar processos, além de mecanismos que asseguraram o acesso ao crédito, à inovação tecnológica e às compras governamentais. A Lei Geral da Micro e Pequena Empresa é resultado da ampla participação dos empresários do próprio segmento e da articulação e trabalho do Sebrae, criado em 1972 justamente para pensar, propor e executar soluções que permitam aos pequenos negócios sobreviver, prosperar e contribuir ativamente para o crescimento do País.

Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa – 2008, divulgado em julho deste ano, pelo Sebrae Nacional e Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a última pesquisa do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e do Emprego, divulgada em agosto passado, trazem números que mostram a força das micro e pequenas empresas. Existem atualmente no Brasil[bb] 5,9 milhões de micro e pequenas empresas formais, o equivalente a 97,5% do total de empresas estabelecidas no País. Os pequenos negócios respondem por 51% da força de trabalho urbana empregada no setor privado, equivalente a 13,2 milhões de empregos com carteira assinada; 38 % da massa salarial; e 20% em média do Produto Interno Bruto (PIB).

Os números nacionais refletem a realidade nos estados. No Paraná, o Sebrae/PR trabalha com um universo de aproximadamente 450 mil micro e pequenas empresas formais. Segundo o Caged, as micro e pequenas empresas foram as maiores responsáveis pela geração de empregos[bb] formais nos primeiros sete meses deste ano, no Estado. Responderam por 47,2% das 122.797 novas vagas de trabalho criadas.

“As micro e pequenas empresas formam hoje um dos segmentos que mais movimentam a economia no Paraná e no Brasil. Os pequenos negócios geram empregos, renda e dão dinamismo às cidades[bb]. O empreendedorismo também está fortemente presente no campo, com uma agroindústria cada vez mais profissionalizada”, destaca o diretor-superintendente do Sebrae/PR.

O diretor-superintendente do Sebrae/PR refere-se à melhora na perfomance de sobrevivência das micro e pequenas empresas. A última pesquisa que mediu a taxa de sucesso dos pequenos negócios, em 2007, revelou que, no Paraná, 75% dos pequenosnegócios[bb] mantêm-se abertos, após os dois primeiros anos, período considerado mais crítico para as micro e pequenas empresas. A taxa anterior, quando se avaliou o segmento entre 2000 e 2002, era de 50,6%.

“Quando o empresário planeja e estrutura seu empreendimento, com o auxílio do Sebrae/PR, a taxa de sucesso chega aos 80%. O conhecimento é a chave do sucesso e os empresários de micro e pequenas empresas do Paraná estão compreendendo isso, razão pela qual o Sebrae/PR quer que cada vez mais as suas soluções[bb] cheguem às pequenas empresas. Comemorar este 5 de outubro é um motivo de orgulho. Quanto mais fortes as micro e pequenas empresas, mais desenvolvido será o nosso Estado”, assinala.

Mesmo com os dados do Paraná podemos perceber claramente que  a micro e pequena empresa é motivo de  comemoração em todo o País. Como vi em uma propaganda do Banco do Brasil em homenagem aos empreendedores, “não dá para chamar de micro, milhões de empresas que fortalecem a economia deste País. Não dá para chamar de pequena, empresas que geram empregos, renda, crescimento e desenvolvimento. Por isso, se você é um empreendedor não se esqueça: você é do tamanho do país[bb] que ajuda a construir.”

Parabéns aos empreendedores que contribuem cada vez mais para o desenvolvimento do nosso Brasil. Sucesso a todos sempre!

Fonte: Sebrae

+ Crise imobiliária norte-americana – O que é o pacote de US$ 700 bilhões, agora de US$ 850 bilhões? Por Vinícius Mont Serrat 03 outubro 2008 as 09:00 | 1 Comentario

 

Nos últimos dias a economia mundial vem se afogando na crise imobiliária norte-americana. O mercado internacional está desacelerando, o que afeta diretamente o crescimento de economias emergentes como o Brasil, por exemplo.

O ex-presidente do banco central dos EUA (Federal Reserve – Fed), Alan Greenspan, afirmou que “a crise é daquelas que aparecem somente uma vez a cada século”. Apesar de anunciar tamanha crise, Alan disse confiar que os mercados têm capacidade de recuperação e se reerguerem mais rápido que o esperado.

Diante desta situação, o governo norte-americano criou o plano de resgate dos mercados, apresentado pelo governo Bush, também conhecido como o pacote de US$ 700 bilhões (agora de US$ 850 bilhões). Os mercados estão apreensivos quanto à votação do tão esperado pacote pela Câmara dos EUA que ajudaria as instituições financeiras norte-americanas a saírem do buraco e as colocariam de volta ao circulo vicioso da economia normalizada. Por outro lado, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, afirmou que “os deputados querem ter certeza de que a aprovação é certa antes de levar a proposta a votação”, visto que na segunda-feira passada o plano já teria sido negado pelo senado e então passado por algumas mudanças.

Não está entendendo nada sobre esse tal plano de resgate e muito menos sobre o pacote de US$ 850 bilhões (são a mesma coisa, diga-se de passagem – rs). Então vamos à explicação sobre esta, que é uma das saídas do governo dos EUA em relação a essa estrondosa crise.

Este pacote de US$ 850 bilhões irá ajudar a fazer o que?

Simples. O dinheiro que pode ser liberado irá ajudar a salvar instituições financeiras (leia-se bancos) que atuem nos Estados Unidos e que compraram produtos financeiros ligados ao mercado de hipotecas do país.

Instituições financeiras do mundo inteiro compraram papéis relacionados a hipotecas norte-americanas. Porém, com a crise, estes papéis se desvalorizaram absurdamente. O que o governo quer fazer através deste pacote?

O governo quer, utilizando o dinheiro deste pacote, comprar estes papéis relacionados à hipoteca norte-americana e com isso fazer com que os bancos voltem a ganhar fôlego financeiro.

Mas qual é o verdadeiro objetivo deste pacote?

Ajudando financeiramente os bancos que atuam na economia americana, estes ganhariam confiança e voltariam a injetar capital na economia norte-americana através de financiamento de carros, dando crédito estudantil e até mesmo crédito imobiliário. Isto faria a economia entrar nos trilhos, voltando a girar.

Este pacote faria o governo dos EUA perder dinheiro?

Sim, e muito. Apesar de que o presidente George W. Bush dizer que quando a situação do mercado imobiliário americano melhorar e mais pessoas pagarem suas hipotecas em dia, o preço dos papéis ligados a este mercado subiria de preço, fazendo com que o prejuízo com o pacote diminua. Porém nada é garantido.

Qual a garantia que o governo tem perante a estas instituições que podem vir a tomar este dinheiro emprestado?

O governo assumiria uma participação nestas empresas, para que os contribuintes possam compartilhar seus lucros. Além que servir para que ninguém que se desligue das instituições leve vantagens financeiras com a situação.

O pacote sofreu mudanças após ter sido recusado pelo senado na última segunda-feira (29). O que mudou em relação às obrigações do governo?

A proposta agora inclui também a elevação do limite de depósitos garantidos pela Corporação Federal de Seguro de Depósitos (FDIC) de US$ 100 mil para US$ 250 mil, além da prorrogação de créditos fiscais para empresas, pessoas físicas e para projetos de energia renovável. Com as modificações, o preço total do plano subiu agora é estimado em US$ 850 bilhões.

Agora que entendemos melhor o que é este plano de resgate e para que ele pode vir a servir, só nos resta aguradar para saber se este irá ser aprovado ou não junto à Câmara norte-americana hoje, sexta-feira (3).

Update: “O presidente George W. Bush assinou nesta sexta-feira (3) o pacote de US$ 700 bilhões aprovado pelo Congresso norte-americano, informou a Casa Branca.” via G1