
Quando estamos procurando um emprego as empresas nos submetem a avaliações, vários testes e entrevistas para identificar se somos a pessoa certa para estar ocupando aquela vaga. Na hora de estabelecer uma parceria, empreendedores e empresários não deveriam agir diferente. É preciso conhecer bastante o nosso futuro sócio, mas isso muita vezes não acontece. O que vemos também, em muitos casos, é o estabelecimento de sociedades utilizando-se de critérios afetivos, como por exemplo, um amigo que temos afinidade ou um tio que quer abrir um negócio e não tem companhia. Não há nada de errado nisso, afinal, há grandes empresas que nasceram de sociedades afetivas e que tal relação só veio a contribuir para o sucesso do negócio. O que devemos apenas saber identificar é se existe correlação naquela sociedade, se existe alinhamento entre os futuros parceiros, pois de nada adianta fazer uma sociedade com o seu primo, por exemplo, se os seus valores e ideais, seus planos para o negócio e o futuro, o seu comprometimento e vontade de tocar aquele negócio não forem compatíveis com você e com o que você pensa e quer.

