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Real forte – Quais são os benefícios? 09 junho 2009 at 00:00 by Mariana

 

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A valorização atual da moeda brasileira reflete a força de nossa economia e traz mais benefícios do que se imagina ao País. Enquanto os Estados Unidos emitem trilhões em dívidas, o Brasil encontra-se com US$ 206 milhões em reservas e estamos vivendo uma nova realidade econômica: a valorização da moeda brasileira frente ao dólar, o que reflete o novo peso do Brasil frente ao quadro internacional. Em maio US$ 2,7 bilhões entraram no País, sendo o melhor resultado desde 1995 e fazendo com que o dólar caísse de R$2,40 para pouco mais de R$1,90 nos últimos dois meses.

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+ Fusão: Sadia + Perdigão = Brasil Foods | Entenda melhor! Por Vinícius Mont Serrat 26 maio 2009 as 13:17 | 4 Comentarios

Para entender melhor a fusão entre as duas gigantes do mercado de alimentos, nada melhor do que as palavras de quem entende do assunto para nos explicar como vai ser daqui pra frente. Assista o vídeo abaixo do economista Carlos Alberto Sardenberg e entenda melhor.

Forte abraço a todos e até a próxima!

+ Copo descartável ou caneca personalizada? Por Vinícius Mont Serrat 03 fevereiro 2009 as 09:00 | 13 Comentarios

O aquecimento global está aí e a consciência ambiental não pode ficar para trás. Por este motivo muitas empresas já estão tomando alguns cuidados como, por exemplo, o uso de papel reciclado, materiais ecologicamente corretos, dentre outros.

canecasadia

Um dos elementos mais usados nas empresas e que muitas vezes passa despercebido, mas que ataca a natureza de forma violenta são os copos plásticos descartaveis. Muitas vezes a pessoa faz uso do copo uma unica vez e já o descarta. Mas quantas vezes essa mesma pessoa toma água por dia? E quantos funcionários dessa empresa também não o fazem? Alguém já parou para pensar nisso?

A Mariana Rodrigues, uma das editoras deste blog, faz parte da CAMPE Consultoria Jr e teve essa sacada essa semana. Mesmo com o racionamento de copos plásticos existentes na empresa, onde cada membro tem o direito de usar apenas um a dois copos por dia, exceto raras exceções, o uso de copo ainda sim é bastante elevado. Eis que surge a brilhante iniciativa de cada um ter seu próprio copo, com isso o uso dos copos plásticos iria diminuir radicalmente, sendo oferecidos apenas a clientes e parceiros da empresa. Mas, por que não transformar o problema dos copos descartaveis em uma oportunidade de padronizar os copos usados na empresa para que não polua o visual com um copo de cada modelo e cor, com o risco de ter alguém com um copo mais estravagante que não caia bem para o visual da empresa? Uma solução bacana e que algumas empresas já usam é a adoção de canecas personalizadas com a logomarca da empresa. Para os funcionários é um presente um tanto quanto agradável ter sua própria caneca, e para a empresa é uma padronização que entra em harmonia com o campo visual. A questão é quanto esse luxo ecologicamente correto custará para a empresa. Será que é viável? Compensa? Curioso como só eu sou, fiz questão de sair atrás de preços e colocar tudo em uma planílha pra saber se compensa ou não o uso de canecas personalizadas.

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+ 25% do seu dia é desperdiçado Por Vinícius Mont Serrat 09 novembro 2008 as 09:00 | Comentar!

Recebi da minha amiga Samantha a indicação de um texto escrito por Christian Barbosa, um dos maiores especialistas em gerenciamento do tempo e produtividade pessoal e empresarial, autor dos livros “A Tríade do Tempo – A Evolução da Produtividade Pessoal” e “Você, Dona do Seu Tempo”, sócio da Triad - empresa especializada em produtividade que presta consultoria, treinamento e oferece produtos diferenciados, além de facilitador do programa de empreendedores do Sebrae/ONU – Empretec. Sua metodologia e teorias sobre produtividade ganharam destaque e importância nacional e internacional devido inovações e soluções diferenciadas. O texto é realmente fantástico, então resolvi colocá-lo aqui na íntegra.

25% do seu dia é desperdiçado

É muito comum ouvir as pessoas reclamando que não têm tempo para realizar todas as suas tarefas e que gostariam de “esticar” o dia para conseguir fazer tudo dentro do prazo. Mas será mesmo que se o dia fosse mais longo, elas realmente aproveitariam essas horas a mais? Chamou-me a atenção uma pesquisa da consultoria americana Leadership IQ, que mostrou que duas horas e meia, das 9 horas diárias de trabalho, são desperdiçadas com atividades circunstanciais, isto é, que não trazem resultados relevantes para a vida profissional.

As cinco maiores causas apontadas pelos entrevistados para essa perda de tempo são: navegar na internet para melhorar a carreira (21%), para finanças pessoais (17%), sonhar acordado sobre coisas negativas (12%), conversas desnecessárias com colegas de trabalho (9%) e navegar na internet simplesmente por prazer (7%). Certamente os desperdiçadores de tempo identificam-se com alguma dessas distrações.

Pode não parecer, mas aqueles minutos que você gasta olhando e-mails pessoais ou fazendo algo na internet que não faça parte do seu trabalho, pode gerar graves conseqüências para a sua produtividade. Uma vez que é incomodada e a sua atenção desviada, uma pessoa leva em torno de 25 minutos para se concentrar novamente no que estava fazendo, o que resulta em uma perda de tempo de mais de duas horas diárias com atividades sem importância.

Fizemos um estudo com mais de 15 mil brasileiros sobre como gastamos o nosso tempo. O resultado é surpreendente: apenas um terço dele é gasto com atividades realmente importantes e quase 40% é destinado às questões urgentes do nosso dia. As urgências caracterizam-se pelas tarefas que possuem curto prazo de execução ou então este já se esgotou. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, elas podem ser evitadas para não trazerem preocupações futuras e para que essas atividades sejam feitas de uma melhor maneira e sem pressa. Por isso, sugiro algumas formas de aproveitar melhor o tempo e não acumular pendências a todo o momento:

  • Não adie, faça! – As pessoas possuem a tendência de adiar as tarefas que consideram mais complexas ou chatas de serem feitas, deixando-as para a última hora. Essa atitude de “empurrar com a barriga” pode ser bom naquele momento que você se vê livre dela, mas depois ela voltará como pendência e precisará ser feita com urgência. Por isso, não deixe para depois, faça aos poucos, mas faça!
  • A pressa é inimiga da perfeição – Se você possui algo que precise ser bem feito e com atenção aos detalhes, não deixe para a última hora. Se isso virar uma urgência, você terá pouco tempo para fazê-la, revisá-la e, provavelmente, essa atividade não sairá tão boa quanto deveria ou quanto você seria capaz de fazer. Comece agora e faça-a com calma e dedicação. Não deixe que distrações tirem a sua concentração.
  • Programe-se – Sempre digo que as pessoas não devem acreditar em administração do tempo, mas sim praticá-la e ver os resultados. Use sua agenda, caderno ou mesmo um programa de computador e organize o que precisa ser feito nesta semana. Se possível, separe as tarefas importantes das urgentes. Essa programação o ajudará para que não seja pego de surpresa com algo que já deveria ter sido planejado com antecedência.

Use bem o seu tempo e dedique boa parte dele para resolver as questões importantes da sua vida ou do trabalho, pois são elas que trarão bons resultados para você a médio e longo prazos.

+ Cadê o meio ambiente no Nobel de Economia? Por Mariana 14 outubro 2008 as 09:00 | Comentar!

Não gosto muito de publicar o publicado, mas particularmente essa semana, só consigo pensar em uma coisa: o Prêmio Nobel de Economia, dado a Paul Krugman.

Krugman, afirma em sua teoria que a produção em série de produtos diminui seus custos e, o transporte para ficar barato concentra as pessoas em metrópoles enquanto o meio rural fica com menor número de habitantes. Pena que isso vai de encontro com algumas expectativas e sugestões para um mundo mais “verde” e sustentável.

Para maiores discussões sobre o assunto, leia no Rastro de Carbono:

E o Prêmio Nobel de Economia vai para…
Hugo Penteado critica o Prêmio Nobel de Economia 2008

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+ Crise americana começa a acabar e Brasil sai praticamente ileso Por Mariana 13 outubro 2008 as 09:00 | Comentar!

A semana começou bem no mercado financeiro. Todas as ações que fazem parte do índice Bovespa estão em alta, principalmente as ações dos bancos, que por conta de uma série de fatores, dentre elas liberação R$100 milhões do Banco Central para os bancos no Brasil e alguns esclarecimentos das estratégias que estão sendo usadas pelo governo americano e europeu para combaterem a crise têm grandes responsabilidades por este novo senário.

Podemos observar que o que os economistas falavam desde o início da crise estava, em sua maioria, de acordo com o que vem acontecendo.

“O momento é de investir na Bolsa. (…) Não podemos comprar quando todo mundo está comprando e vender quando todo mundo está vendendo. (…) Use o “efeito manada” a seu favor. Compre quando todo mundo está vendendo e venda quando todo mundo está comprando, isto é o melhor a se fazer. (…) Se agirmos assim, conquistaríamos a confiança no mercado financeiro novamente e nos livraríamos de parte desta crise.”

“A crise é nos EUA, mas infelizmente afeta um pouco de nossa economia. É hora de fortalecermos o mercado interno por conta da alta do dolar e passarmos por esse período de turbulencias da melhor forma possível.”

“É normal uma crise deste tamanho uma vez a cada século. Faz parte do cíclo econômico.”

A economia mundial começa a reagir e a crise começa a ter seu fim, exatamente como vinha sendo anunciado. Mas este começo de final de crise veio até que antes do esperado, o que pode ser entendido como um amadurecimento e fortalecimento da economia mundial, ou de que as conduz.

O Brasil, por estar um tanto quanto mais maduro, soube enfrentar os terremotos econômicos como nunca. O governo acertou em sua estratégia e a prova disso é que o mercado financeiro não chegou a ter nenhum prejuizo irreparavel, como quebra de empresas. É claro que toda e qualquer crise mundial ainda afeta países emergentes como o Brasil, mas são poucos os que tem tamanho equilíbrio para sair desta onde por cima.

Estamos no aguardo dos próximos capítulos desta, que foi uma das maiores crises do século XXI.

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+ Ontem, economia liberal. E hoje? – Um panorama geral da crise americana Por Vinícius Mont Serrat 08 outubro 2008 as 09:00 | Comentar!

Após 4 meses desde o início da crise, nada está resolvido. A cada dia que passa surge um problema novo. Tudo começou com o problema do subprime americano que, conforme a ideologia americana[bb] de que o mercado deve se auto regular, poderia perfeitamente ser chamada da “suruba da casa própria”. Era um tal de compra de um, vende pro outro.

Depois que essa baixaria começou a acontecer, a casa caiu. Foi um tal de quebrar banco, vender banco, comprar banco que, novamente, podemos chamar de “suruba[bb] dos bancos”. Sinceramente, até nós, com nossos míseros reais, chegamos a pensar em comprar um banco – rs.

Bom, aí furdunça daqui, furdunça dali, até que o governo americano, dito liberal, resolveu interferir. Todos devem ter pensado “agora vai!”. Todos na expectativa de o Sr. Bush mostrar para o planeta quem é que manda nesta bagunça, mas ele não lembro que acampanha[bb] da sua sucessão estava batendo na sua porta. Foi então que o Congresso Americano disse “Sr. Bush, não é assim que as coisas funcionam. Espera aí que quem vai decidir esta parada somos nós!”. É… e aí que as bolsas continuaram a cair, parecia que não iria ter fim. Se cada dia tivesse mais de 24 horas não teria circuit breaker que aguentasse. Pensando melhor, o mercado nem abriria.

Passaram-se alguns dias de discussão naquele “país liberal”, e o Congresso disse “Ok! Pacote aprovado. Ta aí o dinheiro que osbancos[bb] tanto querem.”. Aí todos disseram mais uma vez “agora vai!”. Mas veio alguém e disse “Hum… precisamos acertar a divisão deste dinheiro, quem recebe o quê?” E aí, o quê aconteceu? Mais uma queda de arrepiar.

Passado o arrepio desta queda, todos pensaram “não tem como piorar… impossível!”. Foi quando a primeira ministra da Alemanha, Sra. Angela Merkel, pronunciou-se e mais uma vez tudo veio abaixo. A Europa estava sob a ameaça da crise[bb] econômica. (sempre tem um para piorar as coisas. Não que alguma coisa tivesse melhorado nesse meio tempo, mas…). Nem a gripe do frango contagiou tanta gente.

A sensação que temos é que estão todos iguais avestruzes, com a cabeça enterrada em buracos, mas dizendo que tem visão panorâmica quando, na verdade, ninguém sabe para onde ir ou o que está por vir. Parece que todos perderam a capacidade de interpretar os fatos, ou, se não perderam, só conseguem enxergar o lado ruim das coisas. Não que que esteja melhorando, mas a sensação que temos é de que ninguém tem o poder de controlar este movimento dosmercados[bb], a coisa tomou tamanha proporção e força que nada parece poder parar este trem desgovernado. É como se quiséssemos parar nosso carro e o mesmo, como num passe de mágica[bb], tomasse vida própria, definindo direção e velocidade, só parando onde ele bem entender.

O mais incrível, se pararmos para pensar, é que muitos bancos na Europa[bb] e EUA foram estatizados, garantias bancárias foram anunciadas pelos governos com cobertura total de eventuais prejuízos aos correntistas devido a falência de seus bancos, mas parece que nada aconteceu.

É… ser liberal tem seu preço! A conta pode demorar para ser apresentada, mas um dia ela vem. E quando vem, nem sempre o valor é aquele que entendemos ser o mais adequado. Como bons brasileiros que somos, ficamos preocupados com o nosso país (digo, nossa economia), pois, dizem os nossos regentes da economia (leia-se Governo Federal) que tudo está sob controle. “Estamos com as rédeas nas mãos”. O problema é se a “carteira de vacinação do animal[bb] estiver vencida”. Aí necessitaremos de mãos realmente fortes para segurarmos as rédeas e mantermos tudo no rumo certo.

Amigos, mau-vindos a época do PÂNICO[bb]!!!! Enquanto ele estiver instaurada no mundo, nada vai conter este caos. O que falarmos hoje, não vale mais amanhã. Pior, NINGUÉM SABE O DIA DE AMANHÃ!

E você, sabe o dia de amanhã? Se souber, escreva para nós, pois nós não sabemos.

+ Nova postura dos consumidores de alta renda Por Mariana 20 setembro 2008 as 09:00 | Comentar!

Não é nada fácil realizar pesquisas com consumidores de alta renda. O comportamento de consumo do mercado de alta renda também precisa ser estudado, mas a dificuldade é grande em conseguir o contato com esses profissionais, que  possuem características que valorizam o tempo, momentos de lazer e, por isso, é raro terem espaço na agenda para responder pesquisas. Não só pelo pouco tempo disponível no dia-a-dia, a semelhança das pesquisas de mercado ajuda a afastá-los dos pesquisadores. “Normalmente eles estão sob fadiga ou estresse e isso reduz a sua disponibilidade. Além disso, as pesquisas são extensas e as solicitações são freqüentes”, diz Celso Grisi, Diretor–Presidente da Fractal Consulting e professor da FEA- Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. .

Pesquisas realizadas mostram que a maioria destes não costuma estar entre celebridades, grandes eventos e nem em colunas sociais. Muito pelo contrário, esses profissionais estão cada vez mais avessos a estes eventos, e estão sempre buscando novos desafios em seus ramos de atividade e dividem mais tempo entre profissão e a família. E ao contrário das celebridades que andam por aí, os executivos de alta renda preferem muitas vezes não citar suas preferências por serem sofisticadas demais para algumas pessoas. Em diversas pesquisas com este público, o entrevistador não consegue obter a opinião real, muitas vezes porque o executivo não quer ser visto como soberbo. “Este executivo não vai comparar uma companhia aérea brasileira com uma do Canadá. Por isso, a informação dele pode não ser totalmente verdadeira”, alerta Grisi.

Além disso, é  crescente o aumento na taxa de permanência desses profissionais no lar por causa de segurança. “Este profissional está cada vez mais apegado à gestão do seu patrimônio e se preocupa mais com a sua carreira profissional que com a fortuna”, destaca Grisi durante o V Fórum ABA de Pesquisa, que aconteceu no Rio de Janeiro.  De acordo com Grisi, o melhor local para a coleta de informações é na casa do entrevistado ou em lugares onde ele possa se concentrar no assunto. “Na casa dele pode ser em um escritório ou biblioteca. Mas se tiver que ser no local de trabalho, é melhor que seja após o expediente”, ressalta.

Como recompensas para tais entrevistados são desnecessárias, quebrando totalmente a idéia de incentivos ou benefícios financeiros para este público, a melhor moeda de troca é a informação. É preciso oferecer algo relevante e pertinente como o comportamento da tributação no país, por exemplo. É imprescindível ter uma boa abordagem inicial para talvez conseguir espaço na agenda destes executivos.

Fonte: Mundo do Marketing