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Um pouco mais sobre sustentabilidade e a sua empresa 30 novembro 2009 at 20:00 by Mariana Rodrigues

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Para quem anda acompanhando os videochats do programa promovido pelo Grupo Santander “Sustentabilidade na Prática : Caminhos e Desafios”, venho trazer mais duas oportunidades que acontecerão nesta semana. O primeiro é um Encontro de Sustentabilidade que acontecerá amanhã, dia 01 de dezembro às 19h30. O evento contará com a presença de Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e um dos fundadores do Instituto Ethos. Ele vai falar sobre as mudanças de comportamento dos consumidores e as respostas que as organizações têm dado para atendê-los: “Sustentabilidade: como as empresas têm se posicionado diante do surgimento de um novo perfil consumidor?” O evento terá transmissão ao vivo e para quem deseja saber mais clique aqui.

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+ Cansaço faz com que consumidores fiquem mais confiantes Por Mariana Rodrigues 10 novembro 2009 as 11:07 | Comentar!

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Uma pesquisa indica que os consumidores tendem a confiar mais em anúncios quando estão cansados. Já parou para pensar nisso? É comum imaginar que o melhor momento de passar uma mensagem publicitária é quando o consumidor está descansado, tranquilo, sendo capaz de entender e processar melhor as informações. Já há algum tempo, alguns pesquisadores afirmaram que um certo nível de cansaço torna as pessoas mais suscetíveis à propaganda. E, agora, um grupo de estudantes ligados a universidades americanas e de Hong Kong descobriram de que maneira o cansaço influencia as pessoas. Leia o artigo completo →

+ O papel dos stakeholders na sustentabilidade empresarial Por Mariana Rodrigues 15 setembro 2009 as 17:35 | 2 Comentarios

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Sustentabilidade. Este termo tão falado e discutido atualmente está cada vez mais presente na realidade das empresas. Mas, será que elas estão realmente engajadas nessa causa ou é pura pressão de consumidores e stakeholders? É certo que a sustentabilidade dentro das empresas ainda deve ser motivada por várias questões, como regulação de leis, de valores morais e de regras de conduta e além disso, podemos dizer que até pouco tempo atrás os consumidores, a comunidade e os colaboradores não eram considerados elementos essenciais para o desenvolvimento e atuação das empresas no mercado. Tal cenário foi se modificando aos poucos e esse lado do capitalismo foi sendo transformado. As empresas tiveram que ir se adaptando e os consumidores, acionistas e a comunidade foram exercendo um papel cada vez mais influente nessa mudança enfrentada pelas corporações em todo o mundo. Leia o artigo completo →

+ O varejo e a sustentabilidade Por Mariana Rodrigues 12 dezembro 2008 as 09:00 | Comentar!

Empresas no setor de varejo estão tomando cada vez mais iniciativas em prol do meio ambiente, mostrando-se preparadas para ganhar a confiança dos  consumidores no que diz respeito a práticas de sustentabilidade. Algumas companhias tradicionais do setor, como Carrefour, Grupo Pão de Açúcar e Wal- Mart estão se destacando nesse mercado e com certeza servirão de exemplos para outras empresas que queiram investir na causa verde. A redução de custos é o que tem mais chamado a atenção do varejo supermercadista, que começa a voltar os olhos para construções sustentáveis.

Vejamos alguns cases das companhias citadas como exemplo anteriormente:

Foi inaugurado no Rio de Janeiro, no bairro Campinho, um hipermercado ecoeficiente da rede Wal- Mart, como mais uma iniciativa do seu programa de sustentabilidade mundial. O objetivo é que todas as lojas do Wal- Mart sejam ecoeficientes e os esforços do grupo não estão sendo poucos. O ponto-de-venda Campinho teve um  investimento de R$ 52 milhões e reúne o maior número de iniciativas sustentáveis da rede. O hipermercado prevê  com isso reduzir no mínimo 25% o consumo de energia e 40% o de água. Para isso haverá uso  racional de matérias-primas, água, energia, reduzindo a geração de resíduos e aumentando índices de reuso e reciclagem de materiais. Além disso, a empresa tem outros objetivos como engajar funcionários e clientes e fazer parcerias com fornecedores a fim de reduzir embalagens.

Tal estratégia teve como base a iniciativa do Grupo Pão de Açúcar, que inaugurou esse ano  na cidade paulista de Indaiatuba uma unidade ecologicamente correta. O Grupo lançou ainda o Caixa Verde, que consiste em reciclagem pré-consumo, ou seja, os clientes podem deixar a embalagem de papel, plástico ou papelão de um produto no Caixa Verde para reciclagem no momento da compra. A empresa contou com a elaboração de um projeto de energia sustentável pela empresa Sustentax, contribuindo para redução de gastos e aumento da eficiência energética, a partir da geração de energia a base de gás natural.

A rede Carrefour possui programas de reciclagem de papel (medida que mais cresce no setor de varejo) em todas as unidades no Brasil, com objetivo de reduzir o consumo de 38 milhões de folhas de papel A4 por ano. “Desde abril de 2007 todas as impressoras da matriz e das lojas são abastecidas com papel reciclado. Só no ano passado reduzimos em 65.505 kg a quantidade de CO2, preservamos mais de mil árvores, além de economizarmos mais de dois milhões de litros de água”, informa Paulo Pianez, Diretor de Sustentabilidade do Carrefour Brasil. A empresa ainda recebe de seus consumidores oléo vegetal usado, que será doado para transformação em oléo diesel, envolvendo assim seus consumidores em suas ações sustentáveis.

Além dessas ações sustentáveis mais comuns, algumas alternativas sustentáveis começam a ganhar destaque  como é  dos carrinhos de compra feitos à base de plástico reciclável e nylon. Tais carrinhos podem ser encontrados hoje  em redes de varejo do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo. A vantagem é que tal, produto diferentemente dos carrinhos de ferro, não sofre oxidação,  é de fácil manutenção e os danos podem ser reparados com maior rapidez e sua matéria-prima, o plástico, é completamente reciclável. As eco-bags também vêm ganhando espaço no varejo, substituindo as sacolas de plástico. Elas são fabricadas com garrafas PET recicladas e minimizam o consumo das sacolinhas de plástico, responsáveis por ajudar a poluir oceanos, lagos e rios. A idéia vem crescendo, mas ainda falta esforços para atingir a população como um todo, principalmente devido ao preço de tais sacolas em alguns supermercados.

A conscientização por parte dos consumidores em relação ao posicionamento sustentáveis das empresas ainda é lenta, mas muitas destas estão no caminho certo. O fato é que nós consumidores esperamos sempre mais das empresas e há ainda grandes desafios a enfrentar pelo meio ambiente. As empresas a fim de ganhar a confiança dos consumidores mostram a eles os impactos negativos que causam no meio ambiente e em seguida mostrar o que fazem para realmente reduzir tais impactos e, a busca por alternativas sustentáveis e eficazes é imprescindível para o sucesso. Pense nisso ;)

+ Nova postura dos consumidores de alta renda Por Mariana Rodrigues 20 setembro 2008 as 09:00 | Comentar!

Não é nada fácil realizar pesquisas com consumidores de alta renda. O comportamento de consumo do mercado de alta renda também precisa ser estudado, mas a dificuldade é grande em conseguir o contato com esses profissionais, que  possuem características que valorizam o tempo, momentos de lazer e, por isso, é raro terem espaço na agenda para responder pesquisas. Não só pelo pouco tempo disponível no dia-a-dia, a semelhança das pesquisas de mercado ajuda a afastá-los dos pesquisadores. “Normalmente eles estão sob fadiga ou estresse e isso reduz a sua disponibilidade. Além disso, as pesquisas são extensas e as solicitações são freqüentes”, diz Celso Grisi, Diretor–Presidente da Fractal Consulting e professor da FEA- Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. .

Pesquisas realizadas mostram que a maioria destes não costuma estar entre celebridades, grandes eventos e nem em colunas sociais. Muito pelo contrário, esses profissionais estão cada vez mais avessos a estes eventos, e estão sempre buscando novos desafios em seus ramos de atividade e dividem mais tempo entre profissão e a família. E ao contrário das celebridades que andam por aí, os executivos de alta renda preferem muitas vezes não citar suas preferências por serem sofisticadas demais para algumas pessoas. Em diversas pesquisas com este público, o entrevistador não consegue obter a opinião real, muitas vezes porque o executivo não quer ser visto como soberbo. “Este executivo não vai comparar uma companhia aérea brasileira com uma do Canadá. Por isso, a informação dele pode não ser totalmente verdadeira”, alerta Grisi.

Além disso, é  crescente o aumento na taxa de permanência desses profissionais no lar por causa de segurança. “Este profissional está cada vez mais apegado à gestão do seu patrimônio e se preocupa mais com a sua carreira profissional que com a fortuna”, destaca Grisi durante o V Fórum ABA de Pesquisa, que aconteceu no Rio de Janeiro.  De acordo com Grisi, o melhor local para a coleta de informações é na casa do entrevistado ou em lugares onde ele possa se concentrar no assunto. “Na casa dele pode ser em um escritório ou biblioteca. Mas se tiver que ser no local de trabalho, é melhor que seja após o expediente”, ressalta.

Como recompensas para tais entrevistados são desnecessárias, quebrando totalmente a idéia de incentivos ou benefícios financeiros para este público, a melhor moeda de troca é a informação. É preciso oferecer algo relevante e pertinente como o comportamento da tributação no país, por exemplo. É imprescindível ter uma boa abordagem inicial para talvez conseguir espaço na agenda destes executivos.

Fonte: Mundo do Marketing