
Uma pesquisa realizada pela Manpower – empresa de serviços na área de Recursos Humanos – em 2009, revela dados interessantes sobre o quanto as empresas fazem uso do potencial produtivo das mulheres. O trabalho, que foi feito com 29 mil gestores de 33 países, dentre eles, Estados Unidos, França, Japão, Inglaterra, México e Canadá, aponta que menos da metade do potencial produtivo das mulheres é bem aproveitado pelas empresas, ante 74,3% da força de trabalho masculina. Os dados mostram ainda que 60% das mulheres estão empregadas, contra 75% dos homens. Uma das razões que explicam este fato é a carga horária pouco flexível, de 40 horas semanais, que torna a empregabilidade feminina mais difícil frente às tarefas domésticas que lhes são atribuídas.
Read the rest of this entry →

Semana passada (01 de fevereiro) a França, seguindo os passos da Noruega, estabeleceu que as empresas destinassem 50% de seus cargos de diretoria a mulheres. A determinação, cuja implantação ocorrerá nos próximos cinco anos, reabre um debate sobre o machismo e a diversidade no poder das corporações.
No Brasil, estudo realizado pela USP, em 2009, apontou que a porcentagem de mulheres em cargos de chefia é de 37%. O percentual foi considerado por analistas do setor um avanço, se comparado aos dados de 1997, quando a taxa era de 11%. Isso significa que em pouco mais de uma década, a participação das mulheres em cargos de chefia triplicou. A tendência, apesar de todo o cenário de desigualdade de salários, resistência, dentre outros fatores, é de que elas conquistem mais espaço nos próximos anos.
Leia o artigo completo →